Idiota mal-intencionado. Pensava apenas no próprio bolso. Ocupava cargo público, mas agia como se fosse dono de um feudo. Se tivesse feito metade da militância que agora exibe nas redes sociais enquanto era pago com dinheiro do povo, talvez hoje não enfrentasse tamanha rejeição — e desprezo.
Mas não. Preferiu deixar a encenação para a última hora. Quando percebeu que a maré virou, vestiu uma máscara de cidadão comprometido. Tarde demais. O povo já entendeu o jogo. Não há carisma que substitua a falta de trabalho real, nem discurso que apague anos de omissão.
Subestimou nossa comunidade. Achou que nossa cidade — pacata, interiorana, talvez na cabeça dele até “atrasada” — não teria olhos para enxergar além do verniz da propaganda. Mas aqui tem gente que estuda, que lê, que sente no bolso e na pele os efeitos da incompetência e da mentira. Gente que paga imposto e exige retorno.
Achou que Campos Novos ainda era terra de coronelismo. Mas não contava com uma geração que não se curva a narrativas de gabinete nem se impressiona com selfie em evento. Subestimou o poder da consciência. E agora amarga o preço da arrogância.
Vendeu-se. Não fez nada. Achou que ia passar batido, embolsar o que pôde, escapar pela sombra e ainda posar de herói. Tornou-se uma caricatura — a prostituta política a serviço do partido das trevas. Isso tem nome: alienação voluntária, sustentada por conveniência e covardia. Trocou a verdade pela estabilidade de um contracheque. E o povo não esquece.
A verdade é que essa turma vive de parasitar o sistema. Um dos países mais ricos do mundo — tanto em relações humanas quanto em reservas naturais — está sendo entregue a um teatro de vaidades ideológicas, de partidos que se tornaram seitas, e de “quadros” que não passariam num teste de integridade moral.
Eles acharam que fariam como na Venezuela: destruiriam por dentro, com discursos inflamados e planos vazios. Mas aqui não. Aqui a gente não entrega o país para meia dúzia de oportunistas com bandeiras vermelhas e mãos sujas.
As máscaras estão caindo. Uma a uma. Os nomes estão vindo à tona. E a verdade — essa, sim, insubornável — está voltando a encontrar seu caminho.
A liberdade ainda vai brilhar sob este céu azul. Não por obra deles. Mas apesar deles.
E quando brilhar, será com o rosto limpo de um povo que não se deixou enganar.


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